AS INJÚRIAS E VIOLÊNCIAS VEM ARRASTANDO O SER HUMANO PARA UM POÇO SEM FIM!
Lamentavelmente a máxima acima reflete uma triste realidade. Realidade decorrente do embrutecimento espiritual de muitos por banirem dos seus corações a Afabilidade e a Doçura. Toda via, de forma impensada e irrefletida, estes espaços passaram a ser ocupados por sentimentos de vibrações negativas e avassaladoras como: A intolerância, o orgulho desmedido, a prepotência, e o preconceito irracional, ambos atrelados a uma sede desmedida de poder pelo simples poder.
Consequentemente, a somatória destes sentimentos nada altruístas vem causando um desequilíbrio emocional gigantesco que beira a loucura.
O orgulho, a intolerância, o preconceito e a total falta de empatia, enraizados em um coração desprovido de amor, faz nascer no interior deste ser uma criatura sombria e nefasta. Um ser que é capaz de tudo ao perceber que fora ferido em seu orgulho.
A AFABILIDADE E A DOÇURA.
A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que lhe são a manifestação. Entretanto, não é preciso fiar-se sempre nas aparências; a educação e o hábito do mundo podem dar o verniz dessas qualidades. Quantos há cuja fingida bonomia não é senão máscara para o exterior, uma roupagem cuja forma premeditada esconde as deformidades ocultas! O mundo está cheio dessas pessoas que têm o sorriso e o veneno no coração; que são brandas, contanto que nada as machuque, mas que mordem à menor contrariedade; cuja língua dourada, quando falam face, a face, se transmuda em dardo envenenado, quando estão por detrás.
A essa classe pertencem ainda esses homens benignos por fora e que, tiranos domésticos, fazem sofrer, sua família e seus subordinados, o peso do seu orgulho e da sua autoridade, como se querendo compensar do constrangimento que se impuseram em outro lugar; não se atrevendo a usar de autoridade sobre estranhos que os recolocariam em seu devido lugar, eles querem ao menos ser temidos por aqueles que não podem resistir-lhes; sua vaidade alegra-se de poder dizer: "Aqui eu mando e sou obedecido"; sem pensar que poderiam acrescentar com mais razão: "E sou detestado".
Não basta que os lábios gotejem leite e mel, pois se o coração nada tem com isso, há hipocrisia. Aquele cuja afabilidade e doçura, não fingidas, nunca se contradiz; é o mesmo diante do mundo e na intimidade; ele sabe, aliás, que se pode enganar os homens, pelas aparências, não pode enganar a Deus.
SEM OBEDIÊNCIA E RESIGNAÇÃO FICA DIFÍCIL!
A obediência é o consentimento da razão, a resignação é o consentimento do coração; ambas são forças ativas porque carregam no fardo das provas que a revolta insensata deixa cair. O frouxo não pode ser resignado, assim como o orgulhoso e o egoísta não podem ser obedientes.
Como podemos perceber através dos estudos, cada época está, assim, marcada com o selo da virtude ou do vício que a deve salvar ou perder. A virtude da nossa geração é a atividade intelectual; lamentavelmente seu vício é a indiferença moral em praticamente todos os sentidos.
A DOR E O SOFRIMENTO PELO QUAL PASSOU ESSA CRIANÇA É INIMAGINÁVEL. INIMAGINÁVEL EM RAZÃO DA CRUELDADE E ATÉ QUE PONTO A MENTE HUMANA É CAPAZ DE IR EM SEUS ACESSOS DE DEMÊNCIA PASSAGEIRA.
É preciso procurar no interior do nosso ser a origem desses acessos de demência passageira, que vos assemelham a feras bestiais, fazendo-vos perder o sangue-frio; procurai e encontraríeis, quase sempre, por base, o orgulho ferido. Não é orgulho ferido, por uma contradição, que voz faz rejeitar as observações justas, que vos faz repelir com cólera os mais sábios conselhos? As próprias impaciências que causam as contrariedades, frequentemente infantis, prendem-se à importância que se atribui à própria personalidade diante da qual se crê que tudo deve se dobrar.
O CASO BERNARDO BOLDRINI - PAI E MADRASTA SÃO CONDENADOS PELA MORTE DE BERNARDO.
PEDIU SOCORRO, MAS NINGUÉM OUVIU A SUA SÚPLICA.
O TRISTE FIM DE ISABELLA NARDONI NAS MÃOS DAQUELE QUE DEVERIA PROTEGER E AMAR ALEXANDRE MARCONI, O SEU PRÓPRIO PAI.
Isabella de Oliveira Nardoni 5 anos, foi assassinada de forma cruel e desumana em 29 de março de 2008.
Em seu frenesi, o homem colérico ataca a tudo: a natureza bruta, os objetos inanimados, que quebra, porque não lhe obedecem. Ah! Se nesses momentos pudesse se ver com sangue-frio, teria medo de si, ou se acharia ridículo! Que julgue por aí a impressão que deve produzir sobre os outros. Quando não fosse senão por respeito a si, deveria esforçar-se por vencer uma tendência que faz dele objeto de piedade.
Se imaginasse que a cólera não resolve nada, altera sua saúde mental e psíquica comprometendo-lhe a vida, veria que é sua primeira vítima; mas outra consideração deveria, sobretudo, detê-lo: o pensamento de que torna infeliz todos os que o cercam; se tem coração, não terá remorso em fazer sofrer os seres que mais ama? E que desgosto mortal se, num acesso desatinado, cometesse um ato de que tivesse que se censurar por toda a sua vida!
Resumindo, a cólera não exclui certas qualidades que por ventura pulse em teu coração, mas impede de fazer muito bem, e pode levar a fazer muito mal; um mal terrível e irreparável; isso deve bastar para motivar esforços gigantescos por dominá-la.
OBSERVAÇÃO; NO MUNDO DAS EVIDÊNCIAS, É POSSÍVEL QUE CONSIGA ESCAPAR DAS LEIS DOS HOMENS EM RAZÃO DA SUA IMPERFEIÇÃO, PORÉM DA LEI DO RETORNA VOCÊ NÃO SAIRÁ ILESO!





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