sábado, 28 de novembro de 2020

KEVIM CARTER! A VIDA É O QUE DELA FAZEMOS!



 A HISTÓRIA POR TRÁS DA FOTOGRAFIA!

A Vida é o que dela fazemos. E, mais do que uma propriedade a ser defendida, a existência é um tesouro a ser partilhado, repartido.

Não nos devemos contentar jamais com o que somos, se queremos chegar ao que ainda não somos. Arquitetos do nosso destino presente e futuro, Deus nos dá graças necessárias para passar pelos caminhos do existir fazendo o bem, solidários com nossos irmãos peregrinos.

Obstáculos, percalços e contrariedades tecem a rotina diária de todos os seres humanos no imenso palco da vida. Seria mais confortável nossa frágil existência se eles não existissem? Talvez.

Por outro lado, sem os rochedos: as ondas do mar não subiriam tão alto. Com jeito de muro imbatível, a rocha joga as águas para cima, no instante da colisão, do embate.

Onde há crise e desafios, existe vida. E a vida se faz luminosa, quando banhada pela fé, quando embebida de esperança.

Viver é buscar caminhos, errando, acertando, corrigindo, emendando, repetindo, insistindo, retrocedendo, avançando. Peregrinar é estar a caminho. Vocação acertada, futuro feliz. Encontrar o nosso caminho, único e insubstituível, eis a questão, o grande desafio.

Dentro dos planos eternos do Criador, o mundo deveria ser uma afinada orquestra, uma gigantesca sinfonia universal regida pelos ditames do amor. No centro de cada experiência de fraternidade que o homem esboça e realiza, Deus está presente. E o Reino cresce, reluz, amplia-se. Por outro lado, cada violência praticada, cada gesto egoísta e desumano emitido, representam uma nota desafinada na sinfonia.

Muitos milagres deixam de acontecer em nossa vida e jornada, porque nos deixamos guiar pelo barulho ensurdecedor do mundo das evidências.



A foto, o prêmio e o suicídio de Kevin Carter

A foto foi tirada no ano de 1993, no Sudão (numa área que hoje pertence ao Sudão do Sul). Na época, o país estava arrasado por uma longa guerra civil.

Kevin Carter, um premiado fotojornalista sul-africano, estava se preparando para fotografar uma criança faminta tentando chegar a um centro de alimentação da Organização das Nações Unidas (ONU), próximo à aldeia de Ayod, quando um abutre-de-capuz apareceu nas proximidades.

João Silva, um fotojornalista português que mora na África do Sul r que acompanhou Carter no Sudão, relatou que os oficiais da ONU lhe disseram que iriam parar por 30 minutos (o tempo necessário para distribuir alimentos), de modo que os dois aproveitaram para olhar ao redor e tirar fotos.

Homens e mulheres da aldeia saiam de suas cabanas e iam até o avião da ONU para receber as doações de alimentos. Neste curto período, as crianças, muitas vezes, ficavam sozinhas. Esta era a situação do menino registrado na foto de Carter. Um abutre então pousou atrás do garoto. Para ter os dois foco, Carter se aproximou da cena muito lentamente para não assustar a ave e tirou uma foto a aproximadamente 10 metros de distância. Ele então tirou mais algumas fotos antes de espantar o pássaro.

Vendida para o The New York, Times, a fotografia foi publicada pela primeira vez em 26 de março de 1993 e foi repassada para muitos outros jornais ao redor do mundo. Em 1994 a imagem ganhou o Prêmio Pulitzer de fotografia Especial.

Carter foi muito criticado por não ajudar o menino. O jornal ST.  Petersburgo Times, da Florida, disse sobre Carter: "O homem ajustando suas lentes para capturar o enquadramento exato daquele sofrimento poderia muito bem ser um predador, outro urubu na cena".

Dois fotógrafos espanhóis que estavam na mesma área naquela época, José Maria Luís Arenzana e Luís Dávila, e que não conheciam a fotografia de Kevin Carter, também tiraram uma foto em situação similar. Mas Carter foi o único a ser massacrado pela opinião pública e a imprensa.

Com as críticas, Carter entrou em depressão e pouco mais de um ano depois da foto, dirigiu até o córrego Bloemfontein Split, em Joanesburgo, e tirou a própria vida, colocando uma das extremidades de uma mangueira no escapamento de sua caminhonete e a outra na janela do lado do passageiro. Ele morreu por intoxicação por monóxido de carbono, aos 33anos de idade.

Trechos da sua carta de suicídio mostram como ele se sentia: "Eu sinto muito. A dor da vida ultrapassa a alegria ao ponto em que a alegria não existe... deprimido... Estou assombrado pelas vívidas memórias de mortes e cadáveres e raiva e dor... de crianças famintas ou feridas, de loucos com dedo no gatilho, muitas vezes policiais, carrascos, assassinos... Fui juntar-me ao Ken (Ken Oosterbroek, seu colga fotógrafo que havia falecido recentemente) e se tiver tamanha sorte".

Nota: O menino da foto era Kong Nyong, que estava sofrendo de má nutrição severa na época, mas já tinha começado a receber ajuda da ONU. Na foto, é possível ver a pulseira de identificação da entidade no braço da criança. E, ao contrário do que muitos pensavam, ele não morreu na época da foto. Segundo seu pai, Kong morreu adulto em 2006, devido a uma febre.

Kevin Carter foi o primeiro a fotografar uma execução pública necklacing um tipo de execução e tortura praticada ao colocar um pneu de borracha, cheio de gasolina, em torno do peito e dos braços da vítima, e depois atear fogo.


O BARULHO ESTRIDENTE E ENSURDECEDOR DO MUNDO E SUAS PANTOMIMAS PODEM GERAR UM VAZIO EXISTENCIAL DE PROPORÇÕES DEVASTADORAS.

E, O VAZIO EXISTENCIAL LEVA A DEPRESSÃO!

Quando não conseguimos assimilar de pronto determinadas adversidades que fatalmente nos advém de forma tempestuosa e inesperada, ficamos perdidos e sem norte.

Quando isto ocorre, ficamos com a nítida impressão de que fomos lançados em um poço sem fim. O medo, o desespero e um pavor inexplicável nos arrastam em uma queda vertiginosa,

Por que nos comportamos desta forma?

Porque, na maioria das vezes, nos permitimos conduzir pelo barulho estridente e ensurdecedor do mundo das evidências e suas pantomimas.

Quando você começa a perceber, que seus conflitos existenciais estão formando um imenso vazio no interior do teu ser, isso é um sinal de que você precisa ficar por um tempo recluso dentro de si, para se conhecer melhor, para reavaliar a qualidade e a profundidade dos sentimentos que verdadeiramente pulsam nos emaranhados do teu ser.

Nessa busca do autoconhecimento você deve ser sincero, verdadeiro e real consigo mesmo. Porque pensamentos medíocres, emoções negativas, convicções esdruxulas e ideias de segunda mão, não passam de ervas daninhas e espinhos pontiagudos que ferem a alma, e retardam consequentemente a nossa evolução espiritual.

No mundo barulhento das evidências, corremos o risco da total fascinação por uma Pseudo- realidade.

Vida, sem a morte e sem a alegria de viver, seria uma caricatura de vida. Não temos apenas o direito à alegria, mas o dever da alegria. Temos apenas o direito de lutar contra o sofrimento, a miséria, a opressão e a morte, mas o dever de travar esse diálogo para alcançar a vitória. Mas a única vitória que podemos ter contra a morte é que ela não nos impeça de amar a vida.


Nunca estaremos sozinhos.

Quando todos saem de cena, Deus continua conosco.  











quarta-feira, 28 de outubro de 2020

TEMPOS DIFÍCEIS DE MANEJAR. (A PANDEMIA E O MEDO DA MORTE)

PANDEMIA E O MEDO DA MORTE

MORTE: Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo.

Se todos tivessem este tipo de pensamento, com toda a certeza não teríamos medo da morte, e muito menos ficaríamos angustiados imaginando coisas que fogem ao nosso entendimento. Se todos alimentassem a fé em seus tolos corações, o medo não encontraria nenhum espaço para se alojar. O medo tem sido o  nosso maior inimigo. Porque o medo dificulta o entendimento do todo. O medo nos conduz por caminhos incertos, e quase sempre tortuosos.

A algum tempo, alguém veio à nossa casa pedir que orássemos por ele. Perguntamos qual era o assunto. Ele respondeu temerosamente dizendo que ia realizar uma longa viagem e estava com medo que o avião caísse e ele morresse. Sem dúvida, o maior temor do ser humano sempre foi a morte. Pensamos que morre é o pior que pode acontecer. Até mesmo aqueles que estão dominicalmente nas igrejas, ouvindo mensagens sobre o céu, carregam dentro de si esse temor da morte. Nosso amigo ainda teve um ataque de pânico no mento de tomar o voo que o levaria às férias de verão. Envergonhado, voltou para casa triste, pensando que a vida terminaria com um acidente fatal de uma aeronave.

Vivemos apegados às coisas materiais e também ao nosso corpo e por essa razão não queremos morrer. Um amigo a quem eu vinha explicando os ensinos de Jesus respondeu que ao morrer tudo acaba, seu corpo irá para a sepultura e pronto! Temos a tendência de afirmar que, se o corpo morrer, tudo se acaba e só resta o esquecimento. Talvez pensemos que a vida não seja  nada mais do que matéria. Assim, muitos vivem como se a morte fosse o fim de tudo. Aceitar a morte torna-se mais fácil quando entendemos que morrer é um processo de transformação. Somos seres espirituais vivendo em corpos humanos apegados por demais às coisas materiais. E este apego, dificulta sobremaneira a evolução do espirito.

A esperança do cristão está baseada no ensino da Palavra de Deus, que anuncia uma outra vida na eternidade após a vida neste mundo, pois a morte não tem poder para destruir a alma. Se Deus é o Senhor da morte, ela não pode ter a palavra final. Descobrimos que a morte não será o fim quando nos relacionarmos com ele. Além deste mundo cheio de problemas, aflições e trevas existe um lugar maravilhoso que as Escrituras Sagradas chamam de céu, um mundo reservado para todos aqueles que verdadeiramente confiam em Jesus Cristo, e creem que ele é de fato o único caminho que irá nos libertar da morte. Porque a vida com Jesus nos permite ver além da morte.

Ninguém está neste mundo só de passagem, tampouco as pessoas foram criadas apenas para existirem por algum tempo. Deus tem um propósito para a vida de cada um.

Você já descobriu qual é o seu? Tudo começa com o amor de Deus por você, a tal ponto que mais de dois mil anos atrás ele enviou o seu único Filho a este mundo para se tornar humano como nós e morrer em nosso lugar, para dar vida eterna a cada pessoa que nele crer. Jesus Cristo ressuscitou e depois subiu para o céu, onde está com o Pai, intercedendo por aqueles que confiam nele.

O maior erro do ser humano, é acreditar unicamente em tudo aquilo que os olhos da matéria conseguem enxergar. Somos iguais a Tomé, queremos ver para crer. Se não mudarmos a nossa forma de pensar, os tempos difíceis, ficarão mais difíceis de manejar. 

A ALMA PRECISA ESTAR ENRAIZADA NO AMOR, PARA QUE OS SONHOS FLOREÇAM.

Marina Vasconcelos. 

 

 

 


 

 

 

 


 

 

 

sexta-feira, 24 de julho de 2020

COMO LIDAR COM A CRUELDADE HUMANA?

O MAL E O REMÉDIO

Vossa Terra é, pois, um lugar de alegria, um paraíso de delícias? A voz do profeta não ressoa mais aos vossos ouvidos? Ele não apregoou que haveria pranto e ranger de dentes para aqueles que nascessem nesse vale de dores? Vós que viestes aí viver, esperai, pois lágrimas cruciantes e penas amargas, e mais as vossas dores sejam agudas e profundas, olhai o céu e bendizei o Senhor por querer vos experimentar!... Ó homens! Não reconhecereis, pois, o poder do vosso mestre senão quando ele tiver curado as chagas do vosso corpo e coroado os vossos dias de beatitude e de alegria? Nunca reconhecereis, pois, seu amor senão quando ele vos tiver adornado o vosso corpo com todas as glórias, e lhe tiver restituído seu brilho e sua brancura? Imitai aquele que vos foi dado como exemplo; chegado ao último degrau da objeção e da miséria, estendido sobre o lixo, disse a Deus: "Senhor, conheci todas as alegrias da opulência e me reduzistes à miséria mais profunda; obrigado, obrigado meu Deus, por querer bem experimentar vosso servo!" Até quando vossos olhares se deterão nos horizontes marcados pela morte? Quando vossa alma desejará, enfim, se soltar além dos limites de um túmulo? Mas, se devêsseis chorar e sofrer toda uma vida, que seria isso ao lado da eternidade de glória reservada àquele que tiver suportado a prova com fé, amor e resignação? Procurai, pois, consolações aos vossos males no futuro que Deus vos preparou, e a causa deles no passado; e vós, que sofreis mais, considerai-vos os bem-aventurados da Terra.



Que remédio, pois, recomendar àqueles que estão atacados de obsessões cruéis e de males cruciantes? Um só é infalível: a FÉ, o olhar para o céu. Se no acesso dos vossos mais cruéis sofrimentos, a vossa voz cantar ao Senhor, o anjo à vossa cabeceira, de sua mão vos mostrará o sinal de salvação e o lugar que deveis ocupar um dia... É a fé o remédio certo do sofrimento; ela mostra sempre os horizontes do infinito, diante dos quais se apagam os poucos dias sombrios do presente. Não nos pergunteis mais, pois, qual remédio é preciso empregar para curar tal úlcera ou tal chaga, tal tentação ou tal prova; recordai que aquele que crê é forte pelo remédio da fé, e aquele que dúvida um segundo da sua eficácia, é logo punido, porque experimenta no mesmo instante as pungentes angústias da aflição.


O Senhor marcou com seu selo todos os que creem nele. Cristo vos disse que com a fé transportam-se as montanhas, e eu vos digo que aquele que sofre e tiver a fé por sustentar, será colocado sob sua proteção e não sofrerá mais; os momentos das mais fortes dores serão para ele as primeiras notas de alegria da eternidade. Sua alma se desprenderá de tal forma de seu corpo que, enquanto este se contorcer sob as convulsões, ela planará nas regiões celestes cantando com os anjos os hinos de reconhecimento e de glória ao Senhor.


Felizes aqueles que sofrem e que choram! Que suas almas se alegrem porque serão abençoadas por Deus.

O que seria de todos nós, pobres mortais, limitados e pecadores, sem a fonte inesgotável da esperança, do perdão e da misericórdia de Cristo Redentor?

A fé assumida, vivenciada, nos faz diferentes.

Firmes na fé! Nada é por acaso.



sábado, 4 de julho de 2020

POR MEIO DO ENSINO, BUSCAMOS LAPIDAR NOSSAS IMPERFEIÇÕES!

Por meio do ensino, buscamos lapidar nossas imperfeições!

O mundo está repleto de pessoas que tentam a todo o tempo colocar em sua mente, como você deve administrar a sua vida, não é verdade?

Todos dizem que tudo é fácil e extremamente simples de se resolver. E que, no fundo, a batalha que você vem travando não é externa, mas interna. Nessa batalha, você luta seu oponente é você mesmo. Porém, matar essa charada, ou seja: chegar a essa conclusão não é tão fácil assim.

O desejo de liberdade é um sentimento universal. Esse desejo pulsa descompassado nos corações de todos os seres humanos. Sem liberdade, ficamos fracos, nos deprimimos com facilidade e não raros são os momentos que chegamos a perder o prazer de darmos seguimento as nossas vidas.  Sem liberdade, os nossos horizontes ficam demasiadamente diminutos.

Todos nós desejamos profundamente nos libertarmos dos fantasmas que o medo criou para nos atormentar, isso é fato. Mas, ao invés de enfrentarmos o medo, nós recuamos. E quando recuamos, involuntariamente o fortalecemos. Este é o problema!

O medo gera incertezas, fomenta insegurança e a somatória destes sentimentos nada altruístas, acabam colocando amarras em nossas ações e enrijecendo sobremaneira nossas emoções.

Um ser humano limitado e enrijecido emocionalmente, não consegue interpretar com mestria o roteiro que a vida colocou em suas mãos, para desenvolver no imenso palco da existência.

Ensinando e, ao mesmo tempo, lapidamos nossas imperfeições.

Quando nos propomos a ensinar, na verdade, tudo não passa de uma estratégia para nos conhecermos, para descobrirmos a nossa própria imperfeição e tentar curá-la, focando nos erros alheios.

Quando tentamos incessantemente mostrar aos outros os seus erros e as suas falhas, percebemos que a raiz real, a causa primeira de todos os problemas que permeia o mundo, desde a mais nefasta pobreza que devasta regiões inteiras do nosso planeta, e até a própria criminalidade, e as guerras sangrentas irracionais e desumanas, se encontra enraizada no interior da humanidade, por pensar e sentir tudo de forma negativa.

Esse pensar e sentir negativamente, surge do medo atrelado a dependência.

As emoções negativas, e geralmente conflitantes, tendem a governar e a dominar o mundo que nos rodeia. Eles, na verdade, são irreais, são frutos de uma mente cansada e descrente de tudo, e principalmente de si mesma, por se deixar levar e aprisionar pelas fortes correntes do medo.

Para podermos seguir em frente, para podermos mudar literalmente a nossa psicologia, temos que rever todas as convicções, e todas as crenças que nos limitam, para podermos atingir o foco principal e a partir daí mudar o rumo da nossa história. Todavia, é imperativo entender que não são medidas políticas; a religiosidade levada ao extremo; e muito menos um sistema altamente filosófico que irá, como num passe de mágica, mudar ou transformar uma sociedade por inteiro.

Para podermos perceber uma mudança real no comportamento da sociedade, cada ser individual, precisa passar por uma reavaliação interna, de uma tomada de consciência plena, para poder ressurgir psicologicamente inteiro; completo; mais verdadeiro; mais consciente da sua grandiosidade; mais lúcido do imenso poder que habita em seu interior. Poder este que o levará a se libertar do medo. E ao se libertar por completo do medo retornará a sua origem: a imagem e semelhança do seu criador pleno e feliz.

Nesse período de revolução e transformação, até alcançar o seu renascimento psicológico, o domínio sobre si, você vai aos poucos chegando a conclusão que foi você que criou o mundo doente e depois ficou com medo da sua própria criação, da violência que você mesmo foi capaz de produzir. Vamos, caminhe por esse mundo, enfrente os seus fantasmas; enfrente as doenças, os agressivos, os miseráveis que estão perambulando sem destino, eles não passam de fantasmas que você projetou em sua mente por fraqueza para se esconder de você mesmo; e entenda que o real e verdadeiro poder de um homem reside em possuir a si e, ao mesmo tempo, em se render a si próprio.

É você quem escolhe as cores, o ritmo, a música, a fragrância e tudo o que desejar para enfeitar o seu mundo.



VOCÊ ESCOLHE AS CORES: COLORIDO OU PRETO E BRANCO.






SÓ VOCÊ PODE CURAR SUAS FERIDAS!

  SÓ VOCÊ PODE CURAR SUAS FERIDAS! Em meio as tempestades e todas as adversidades, jamais permita que a sua luz se apague, seja um farol, il...